Postagens

El Estado y el Texto / O Estado e o Texto

Imagem
español -  Es el texto el enemigo del Estado. ¡No, por supuesto que no! El estado está en función del Texto, el Estado es para sostener el Texto, es por eso que en contrapartida para ayudar a la energía, el Texto debe ser leve, recordemos que estamos hablando de estructuras energéticas, espirituales y mentales, tejiendo sus tramados  en el aire. El Estado es la estructura, los puntos de apoyo, físicos, energéticos y respiratorios en armonía de una forma activa e intuitiva. Al Estado también se llega por la repetición. Para eso está la partitura, en la que el texto es nada más que una acción física, tal vez el mejor tratado sobre esto sea el capítulo  llamado Atletismo Afectivo de " El  Teatro y su Doble " de Antonin Artaud. português -  O Texto é o inimigo do Estado? Não, é obvio que não! O Estado está en función do Texto, o Estado é para sustentar o Texto, é por isso que em contrapartida, para ayudar a energia, o texto deve ser leve. Sempre lembremos ...

El Estado y el Texto / O Estado e o Texto

Imagem
español -  Es el texto el enemigo del Estado. ¡No, por supuesto que no! El estado está en función del Texto, el Estado es para sostener el Texto, es por eso que en contrapartida para ayudar a la energía, el Texto debe ser leve, recordemos que estamos hablando de estructuras energéticas, espirituales y mentales, tejiendo sus tramados  en el aire. El Estado es la estructura, los puntos de apoyo, físicos, energéticos y respiratorios en armonía de una forma activa e intuitiva. Al Estado también se llega por la repetición. Para eso está la partitura, en la que el texto es nada más que una acción física, tal vez el mejor tratado sobre esto sea el capítulo  llamado Atletismo Afectivo de " El  Teatro y su Doble " de Antonin Artaud. português -  O Texto é o inimigo do Estado? Não, é obvio que não! O Estado está en función do Texto, o Estado é para sustentar o Texto, é por isso que em contrapartida, para ayudar a energia, o texto deve ser leve. Sempre lembremos ...

Sobre Samuel Becket y el Clown

Imagem
Estado PORTUGUÊS Esse é um pouco o Estado que imagino para meu personagem. Uma ideia inicial, que talvez deva adequar a minha filosofia física, no sentido de que não me considero um especialista   em  Clown  portanto não farei um  Clown , mas construirei um personagem “ clownesco " o com influença da linguagem de  Clown . Dentro dessa procura   Samuel Beckket   é a melhor orientação segundo minha visão, talvez já desatualizada. ESPAÑOL Este es un poco el Estado que me imagino para mi personaje. Una idea inicial, que talvez deba adecuar a mi filosofía física, en el sentido de que no me considero un especialista en   Clown , por lo tanto no haré un   Clown , sino construiré un personaje   "clownesco" , o con la influencia de lenguaje de   Clown . Dentro de esta búsqueda   Samuel Beckket   es la mejor orientación, según mi visión, talvez ya desactualizada.  ¿Qué pretendo obten...

Sobre el género de cuentos de misterios.

Un prólogo de Borges del libro "La Piedra Lunar de Wilkie Collins.  En 1841, un pobre hombre de genio, cuya obra escrita es tal vez inferior a la vasta influencia ejercida por ella en las diversas literaturas del mundo, Edgar Allan Poe, publicó en Philadelphia Los crímenes de la Rue Morgue, el primer cuento policial que registra la historia. Este relato fija las leyes esenciales del género: el crimen enigmático y, a primera vista, insoluble, el investigador sedentario que lo descifra por medio de la imaginación y de la lógica, el caso referido por un amigo impersonal y, un tanto borroso, del investigador. El investigador se llamaba Auguste Dupin; con el tiempo se llamaría Sherlock Holmes…  Veintitantos años después aparecen El caso Lerouge, del francés Emile Gaboriau, y La dama de blanco y La piedra lunar, del inglés Wilkie Collins. Estas dos últimas novelas merecen mucho más que una respetuosa mención histórica; Chesterton las ha juzgado superiores a los más afortunad...

El almohadón de pluma - Horacio Quiroga

Su luna de miel fue un largo escalofrío. Rubia, angelical y tímida, el carácter duro de su marido heló sus soñadas niñerías de novia. Lo quería mucho, sin embargo, a veces con un ligero estremecimiento cuando volviendo de noche juntos por la calle, echaba una furtiva mirada a la alta estatura de Jordán, mudo desde hacía una hora. Él, por su parte, la amaba profundamente, sin darlo a conocer. Durante tres meses - se habían casado en abril - vivieron una dicha especial. Sin duda hubiera ella deseado menos severidad en ese rígido cielo de amor, más expansiva e incauta ternura; pero el impasible semblante de su marido la contenía en seguida. La casa en que vivían influía no poco en sus estremecimientos. La blancura del patio silencioso -frisos, columnas y estatuas de mármol-producía una otoñal impresión de palacio encantado. Dentro, el brillo glacial del estuco, sin el más leve rasguño en las altas paredes, afirmaba aquella sensación de desapacible frío. Al cruzar de una pieza a...

"A Viagem de Clara - Em Busca do Eu Perdido"

Imagem
Foto divulgação Ana Paula Lima Em breve, última apresentação do espetáculo "A Viagem de Clara - Em Busca do Eu Perdido", da Confesso! Cia. de Teatro com produção de A Imensa Minoria, pela 37ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança. Local: Grande Teatro do Palácio da Artes Quando:13 de fevereiro de 2011, domingo, às 16h30min. Ingressos: R$ 10,00 (preço único)nos Postos Sinparc e R$ 22,00 inteira e R$ 11,00 meia-entrada - no Palácio das Artes A VIAGEM DE CLARA - EM BUSCA DO EU PERDIDO Dirigido por André Ferraz, com Direção Musical de Germán Milich e realizado pela Confesso! Cia. de Teatro, "A Viagem de Clara - Em Busca do Eu Perdido" foi o vencedor de 5 prêmios Usiminas/Sinparc 2010, inclusive melhor espetáculo, texto, trilha sonora (executada ao vivo), atriz (Anna Campos) e atriz revelação (Clarisse Elias). O espetáculo é um musical com diversas referências, como o rock, o funk, o sertanejo, o samba, o baião e a música eletrônica e conta a história de Clar...

BAIXO CARBONO NÃO É TUDO

Apolo Heringer Lisboa Para mim o fracasso mais profundo de Copenhagen foi não ter sido Copenhágua! Ao contrário do que parece, há uma artimanha na proposta da economia do baixo carbono. Esta proposta é comandada pela liderança do partido democrata dos EUA, e a serviço da dominação do mundo pela economia deles. Uma versão quase perfeita de maquiagem ambiental, de lavagem verde de políticas sujas. Querem ter a liderança da agenda ambiental sem mudar o sistema econômico, social, político, ambiental e cultural. É uma estratégia de hegemonia geo-política. Tem muita gente boa e inteligente embarcando inocentemente ou espertamente, nesta história de economia de baixo carbono. Não que rejeitamos substituir os combustíveis fósseis por energias renováveis. Mas a maioria dos ambientalistas de proa e técnicos do “setor” se equivocam nesta questão política e estratégica. Sempre fica a versão dos que dominam o mundo, mas não é o meu entendimento. Vou dizer por quê. A economia de ...

Cinecittà apresenta o Filme "10" de Abbas Kiarostami

Rua dos Aymorés, nº 582, Funcionários. Tel. 3224-5127.

O Diretor: Abbas Kiarostami

Imagem
por Leila Verçosa Em meio a um mercado tão acostumado às peripécias das montagens hollywoodianas, pode-se também apreciar algo bem distinto e de real grandeza artística. Abbas kiarostami nasceu no Irâ em 1940 e iniciou sua carreira como diretor de cinema aos 34 anos. Sua formação profissional passa pela pintura, fotografia, publicidade, teatro, poesia, televisão, entre outras; e para nossa sorte, dentre estas várias ocupações profissionais, ele tem optado pelo cinema pelo fato desta “arte menor” corresponder ao seu estado de inquietude diante da vida. Assim ele explica com suas palavras: “Com o fato de ter de sobreviver de qualquer maneira e reagir a um profundo sentimento de inadequação, experimento continuamente a exigência de fazer qualquer coisa de novo para ser mais bem aceito. Muitos consideram que na vida é preciso estabelecer uma meta para encontrar o sucesso, mas eu não acredito que funcione dessa maneira. Talvez no mundo dos negócios ou no âmbito científico. Na arte, ao contr...

O Filme: Dez - Irã, 2002.

Imagem
por Leila Verçosa “Simplicidade não é sinônimo de felicidade. Demorei sessenta anos para ousar um filme como esse” Abbas Kiarostami nos convida a olhar, profundamente, mais uma de suas obras: Dez. O filme, feito aos impulsos do Movimento Cinema Livre e sob as trilhas do Road Movie, traz à tela uma contemplação quase desmedida da mulher. Mas não de mulheres que são tão costumeiramente fáceis de olhar, mas daquelas mulheres que se escondem atrás dos negros véus impostos pelas duras tradições do Irã. A mulher que é tão oprimida na realidade iraniana passa a ser o objeto de contemplação e peça chave da história, infiltrando-se assim, no meio do caminho da psicanálise que a coloca diante dos complexos freudianos destinados à ela: O Complexo da Castração, o Complexo de Édipo e a mulher como objeto de contemplação. Tudo isso ilustrado no filme pela representação da repressão feminina no Irã, pelas atitudes, demasiadamente, radicais e machistas do filho diante do ciúme implícito da mãe com o p...

M C Escher Drawing hands

Imagem

Imperdível Livros difíceis de achar DE GRAÇA!!!!

SIM!!!!! clicando aqui pode baixar através de rapidshare livros que todo estudante da vida gostaria de ter, pelo menos para ler uma frase. (A Imensa Minoria não acredita na quantidade de palavras ingeridas, Borges interpretando aos clássicos nos lembra que o universo inteiro está numa pétala de rosa). POR FAVOR USEM E ABUSEM. PODEM ESCREVER PEDINDO ALGUM LIVRO OU MATERIAL, SERÁ UM PRAZER PESQUISAR E COMPARTILHAR, A VIDA É ISSO. A Poética (+ ou - 500 A.C) Autor Aristóteles (formato pdf) Neste livro de 2.500 anos o autor ( e os miles de tradutores) explica a estrutura de um novo fenómeno chamado Teatro. Aristóteles continua sendo O Cara http://rapidshare.com/files/111016842/A_Poetica_-_Arist_teles.pdf.html Paradoxo sobre o comediante (1769) Autor Diderot (formato pdf) “Os comediantes impressionam o público, não quando estão furiosos, mas quando interpretam bem o furor. Nos tribunais, nas assembléias, em todos os lugares onde se quer ficar senhor dos espíritos, finge-se ora a cól...

LEI Nº 9.529 DE 27 DE FEVEREIRO DE 2008 BH

DISPÕE SOBRE A SUBSTITUIÇÃO DE SACO PLÁSTICO DE LIXO E DE SACOLA PLÁSTICA POR SACO DE LIXO ECOLÓGICO E SACOLA ECOLÓGICA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1° - O uso de saco plástico de lixo e sacolas plásticas deverá ser substituído pelo uso de saco de lixo ecológico e de sacola ecológica, nos termos desta Lei. Parágrafo Único - VETADOI, II, III e IV – VETADO Art. 2° - A substituição de uso a que se refere essa lei acontecerá nos estabelecimentos privados e nos órgãos e entidades do Poder Público sediados no Município. Art. 3° - A substituição de uso a que se refere essa lei terá caráter facultativo pelo prazo de 3 (três) anos, contando a partir da data de publicação desta Lei, e caráter obrigatório a partir de então. Art. 4° - VETADOI, II, III e IV – VETADO1° - VETADO2° - VETADO Art. 5° - VETADO Art. 6° - Fica o Poder Executivo autorizado a realizar campanhas educativas e de conscientiz...

EDITORIAL N° 3 A Imensa Minoria

Não existem adultos. É uma mentira a divisão entre adultos e crianças, não se pode dizer que uma pessoa de 86 anos saiba mais que uma de 3 sobre o universo e seu mistérios. Conservamos uma ingenuidade à prova de bombas, continuamos acreditando em contos de fadas, onde há um bem e um mau e um final feliz: a última cartada da justiça.A nossa ingenuidade nos confunde, nos faz acreditar que com uma declaração basta para parar a violência no mundo. As leis são feitas pelos mesmos homens que as quebrantam, são votadas e escritas com a mesma mão que enfia a faca ou divide o pão. A “Lei” que existe nos tribunais e nos juizados, muitas vezes não vale rua afora, onde a “Lei da Vida” é mais poderosa. A Declaração Universal dos Direitos das Crianças, não é tão universal assim. Ela não representa todas as culturas nem todas as idéias e concepções sobre a infância do mundo e também não tem como ser aplicada em todos os casos. Proibir a fome não vai trazer o alimento; proibir a sede não purificará a ...

1° Princípio

Imagem
“Direito à igualdade, sem distinção de raça religião ou nacionalidade” A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer exceção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição econômica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.

Poema de Khalil Gibran, do livro “O Profeta”

“Uma mulher que carregava o filho nos braços disse: ‘Fala-nos dos filhos’. E o profeta falou: Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos da vida por si mesma. Vêm através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. Podeis outorgar-lhes vosso amor,mas não vossos pensamentos,porque eles têm seus próprios pensamentos. Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;pois suas almas moram na mansão do amanhã,que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho. Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós, porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados. Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. O Arqueiro mira o alvo na senda do infinito e o estica com toda a sua forçapara que suas flechas se projetem, rápidas e para longe. Que vosso encurvamento na mão de Arqueiro seja vossa alegria. Pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa,ama também o arco que permanece estável.”

A INFÂNCIA E O TEATRO INFANTIL Parte I

por André Ferraz 1. Idéias de Infâncias A “infância” é uma categoria social que vem ganhando contornos e espaços diferentes ao longo dos séculos nas sociedades organizadas do mundo inteiro. Em sociedades da Europa da Idade Média, por exemplo, não havia grandes distinções sobre espaços públicos para crianças e sua educação era responsabilidade dos pais (geralmente das mães) e das demais pessoas que conviviam com elas. Não havia escolas nem áreas públicas dedicadas às diferentes faixas etárias que observassem as necessidades específicas de fruição e atividades sócio-culturais. Os trabalhos e divertimentos não tinham maiores especificidades no quesito “faixa etária”, e mesmo para aqueles que continham necessidades específicas relativas a força física ou a conteúdos de interesses mais “adultos” (como divertimentos sexuais, jogos de azar, lutas etc.) não havia algo que impedisse que crianças participassem dessas atividades, caso elas conseguissem executar tais tarefas, evidentemente. Inc...

2° Princípio

Imagem
“Direito a especial proteção para o seu desenvolvimento físico, mental e social” A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e serviços, a serem estabelecidos em lei por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.

QUANDO O CIRCO PEDE SORRISO PARA FAZER RIR

por Viktor Waewell Você se coloca em posição de decidir o que vai fazer do seu dia. A coisa é simples, liga pra turma e diz que tá afim de ir ao circo. Encontra-se num bar, toma umas e sorri. Digo, divide a conta. Ou pede fiado.E viva o seu time de futebol, e vaia os políticos, e que vivam as mulheres bonitas. Assunto normal, da dia-a-dia, um fazendo graça pro outro. Os mais íntimos a conhecem como “conversa de bar”.De acordo com o programa da apresentação, o malabarista cospe fogo. Neste momento, você percebe que existe urgência em devolver ao mundo a cerveja que bebera. A vida é cheia de urgências. Algo parecido com uma garota de camisola te esperando na cama.Os palhaços conversam fiado e as crianças riem das cores. Os adultos... bem, é o fim da picada alguém não estar sempre sorrindo numa hora dessas. E os contorcionistas revelam-se fortes, carregando uns aos outros de um lado para o outro.Do lado de fora do circo, tem uma pessoa na bilheteria contratada especificamente para vende...

Mão de Obra

por Eduardo Galeano Mohammed Ashraf não vai à escola.Desde que o sol sai até que aparece a lua, ele corta, recorta, fura, arma e costura bolas de futebol, que saem rodando da aldeia paquistanesa de Umar Kot para os estádios do mundo.Mohammed tem onze anos. Faz isto desde os cinco.Se soubesse ler, e ler em inglês, poderia compreender o texto que ele cola em cada uma de suas obras. "Esta bola não tem sido fabricada por crianças".

3° Princípio

Imagem
“Direito a um nome e a uma nacionalidade” A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.